playlisting #1
outubro 08, 2017
Hate That You Know Me, Bleachers
O último álbum dos Bleachers é facilmente um dos meus álbuns preferidos do ano. Gone Now tem (pelo menos) seis músicas a que volto sem pensar duas vezes. As mensagens que Jack Antonoff "esconde" em músicas que me fazem dançar de forma discreta no meio da rua são importantes e amorosas e fazem-me sentir que do outro lado está um amigo - lamechas, i know. Nos últimos tempos, tenho voltado vezes sem conta a Hate That You Know Me. No espaço de três minutos (e seis segundos) desdobro-me nos movimentos de dança mais atrozes que conseguirem imaginar. Na verdade, não sei se é possível não dançar ao som disto. Ouçam-me e digam-me se conseguiram aguentar os três minutos sem fazerem um único movimento que se assemelhe a dança.
Kept Me Crying, HAIM
Não escondo que sou fã das irmãs HAIM - se alguma vez quiserem uma quarta irmã, estou disponível - o primeiro álbum delas é um dos meus preferidos e sou capaz de recitar Baby Don't Save Me. Contudo, demorei algum tempo a largar Days Are Gone e a agarrar Something to Tell You e, apesar de ter ouvido o álbum inteiro no dia em que saiu, só estou a apaixonar-me por músicas agora. Por alguma razão... Kept Me Crying agarrou-me de volta. Consegue duas coisas: ser "dançável" e passar uma boa dose de sofrimento. Se alguma vez precisarem de um lip sync dramático q.b., encontraram a vossa jam. E agora, vou fazer uma pausa e fingir que sou a Baby Haim.
Into The Blue, Rationale
Se esta playlist tivesse um tema, seria provavelmente: músicas que canto/danço quando estou sozinha em casa. Foi difícil escolher entre Into The Blue e Deliverance, ambas surgem na minha mente exigindo ser ouvidas e eu culpo o extraordinário Tinashé Fazakerley. A primeira música ganha apenas porque me faz dançar mais... Porque de resto, estão empatadas. E à medida que "mergulho" nas músicas de Rationale mais fascinada fico. A voz de Tinashé assombra-me e estou no processo de dissecar e venerar o novo álbum dele.
Dust, Childcare
Descobri esta numa playlist e ainda não a larguei. Fun fact: eu adoro letras deprimentes. E boy, is this one a goody. Sim, eu ando a ouvir uma música cuja principal mensagem é "vamos todos ser pó" e, sim, eu ando a dançar ao som da mesma. Há algo irresistível em Dust, talvez seja a forma como "aceita" a inevitabilidade da morte, talvez seja porque me faz lembrar o AM dos Arctic Monkeys. De qualquer maneira... soon we'll all be dust.
Supercut, Lorde
Tenho muito para dizer sobre a Ella, sobre como a música dela dá cor à minha vida e sobre Melodrama - more on that later. Depois de passar muito tempo na companhia do último álbum, ainda não me cansei dele e encontro sempre outra música na qual concentrar a minha atenção... Agora é a vez de Supercut. Lembro-me de a ouvir pela primeira vez e lembro-me de sorrir. Embora isso ainda aconteça, depois de ouvir exaustivamente, consigo a dor e vulnerabilidade da Ella. E isso enriquece tudo. On a side note: sou capaz de passar uma grande porção do meu tempo a tentar cantar isto.
Tenho muito para dizer sobre a Ella, sobre como a música dela dá cor à minha vida e sobre Melodrama - more on that later. Depois de passar muito tempo na companhia do último álbum, ainda não me cansei dele e encontro sempre outra música na qual concentrar a minha atenção... Agora é a vez de Supercut. Lembro-me de a ouvir pela primeira vez e lembro-me de sorrir. Embora isso ainda aconteça, depois de ouvir exaustivamente, consigo a dor e vulnerabilidade da Ella. E isso enriquece tudo. On a side note: sou capaz de passar uma grande porção do meu tempo a tentar cantar isto.
Bonus Track: Skulls, Bastille
Eu amo os Bastille. Tudo o que eles fazem é ouro - e eles fazem muito. Para além disso, se há banda que sabe pegar em temas deprimentes e dar-lhes o tratamento mais feliz de sempre... são os Bastille. E eles tinham de estar aqui. É comum lembrar-me de uma letra deles e acabar por ouvir toda a sua discografia. No outro dia, lembrei-me simplesmente de when all of our friends are dead and just a memory e, cerca de 15 dias depois, ainda não parei de ouvir Skulls. O facto de ter demorado tanto tempo a perceber que Dan Smith, no segundo verso, declara ser Indiana Jones - uma personagem pela qual mantive toda uma paixoneta quando era mais jovem - é inacreditável. A minha cara quando me apercebi disso foi impagável e é-me impossível conter o meu sorriso quando ouço I'm Indiana Jones here. Enquanto escrevia isto não resisti em ouvir Skulls... Vou agora no segundo álbum.
E é isto. Se quiserem partilhar as vossas sugestões, sou toda ouvidos!
bad pun, sholfs, bad pun.
Eu amo os Bastille. Tudo o que eles fazem é ouro - e eles fazem muito. Para além disso, se há banda que sabe pegar em temas deprimentes e dar-lhes o tratamento mais feliz de sempre... são os Bastille. E eles tinham de estar aqui. É comum lembrar-me de uma letra deles e acabar por ouvir toda a sua discografia. No outro dia, lembrei-me simplesmente de when all of our friends are dead and just a memory e, cerca de 15 dias depois, ainda não parei de ouvir Skulls. O facto de ter demorado tanto tempo a perceber que Dan Smith, no segundo verso, declara ser Indiana Jones - uma personagem pela qual mantive toda uma paixoneta quando era mais jovem - é inacreditável. A minha cara quando me apercebi disso foi impagável e é-me impossível conter o meu sorriso quando ouço I'm Indiana Jones here. Enquanto escrevia isto não resisti em ouvir Skulls... Vou agora no segundo álbum.
E é isto. Se quiserem partilhar as vossas sugestões, sou toda ouvidos!
bad pun, sholfs, bad pun.

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